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Tecnologias biônicas que transformam vidas

O futuro das tecnologias biônicas parece ser muito promissor. Para quem não é familiar com o termo, “biônico” significa substituição ou reforço de órgãos ou partes do corpo por versões mecânicas. Implantes biônicos são diferentes de próteses pois reproduzem a função do órgão ou membro original com enorme semelhança ou até melhor.

E você acha que ainda não vivemos em uma época onde o uso de tecnologias biônicas é real? Se engana. Você vai ver agora três exemplos de tecnologias biônicas que ajudaram e transformaram a vida de pessoas.

Dedos Biônicos

A garota de 15 anos, Chloe Holmes, se tornou a pessoa mais jovem na Europa a possuir dedos biônicos. No vídeo, você viu exatamente como um dispositivo de US$63 mil dólares funciona. Com essa tecnologia sua vida voltou ao normal referente ao uso dos dedos para manusear objetos do cotidiano.

Braço Biônico

Você deve ter lembrado do Jax de Mortal Kombat ao ler o título desse, não? Eu lembrei. Bom, Evan Reynolds perdeu seu braço em um acidente de carro e recebeu o i-LIMB, que agora permite que ele consiga voltar a fazer pequenas tarefas como segurar uma maçã, por exemplo (fazer isso com um braço mecânico sem arrebentar a fruta é um ótimo avanço na área de sensibilidade das partes biônicas para o ser humano). O i-LIMB foi desenvolvido pela companhia Escocesa, Touch Bionics, que recebeu um prêmio pela inovação tecnológica. O preço total incluindo a mão ficou em torno de US$60 mil dólares.

Olho Biônico

Rob Spence trabalhou com engenheiros para desenvolver um olho artificial que o transforma em um verdadeiro cyborg. O dispositivo é basicamente acionado ao mover um imã próximo a ele, que começa a transmitir sinais de vídeo via wireless para um monitor LCD portátil. Rob refere-se a ele mesmo como o “the eyeborg guy“, adotando o termo biônico que envolve a fusão de tecnologia e corpo humano.

Agora, quem será o primeiro ser humano com a maior parte do corpo (para não falar todo ele), trocados por tecnologias biônicas? Já que começamos com partes individuais, essa ambição não deve estar longe das mentes dos pesquisadores. O futuro bate em nossa porta! Será o filme “Eu, Robô” na vida real? :D

Abraços!



Samuel Paiva Mucin - CEO

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